Terça, 26 Maio 2015 21:22

Uma forma inusitada de conhecer o Senhor

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Note como são as formações de rios. Eles são sinuosos, curvos e passam por lugares que não imaginaríamos ser normal. Contornam pedras, árvores e não existem obstáculos que os segure, e tudo isso tem um motivo - a água não se dá conta da resistência oferecida por seu obstáculo, ela o contorna ou simplesmente se junta de uma forma que a pressão rompa o obstáculo com o tempo.

Faraó era o homem mais potente e forte do momento em que os israelitas estavam escravos no deserto. Era o Egito a nação mais forte do mundo conhecido. Eles possuíam grandes exércitos, armas de última geração, faziam cerveja, sorvete, e tinham clínicas de estética na cidade, imagina isso. Eles possuíam uma cidade organizada e pronta para construir qualquer coisa. Suas obras sempre eram especial e possuíam uma característica: eram grandes. Já o povo de Israel era cativo, estava mal colocado e estava extremamente oprimido. Não pense que eles estavam fracos, magros e caquéticos, pois não estavam. Tinham casas, negócios, possuíam um relacionamento em várias esferas da sociedade e etc. Na verdade o que estava travada, aleijada na vida desse povo era a sua visão e sua vida espiritual. Não possuíam mais a visão que fora um dia usada por José quando salvou o Egito e seu próprio povo da fome. Eles estavam cegos e escravizados, mesmo que estivessem achando que a vida estava relativamente boa.

Não olhe para as condições que estão a sua volta

Quando Moisés chega diante de Faraó, ele sim era uma figura assustadora. Havia saído do Egito onde fora bem-criado e acabou no deserto tratando de animais debaixo de um sol escaldante. Sua face era queimada do sol e suas mãos calejadas. Suas roupas em nada lembravam os tempos de glória do filho da filha de Faraó, era apenas quase um mendigo na corte do Monarca Egípcio. Imagine esse encontro. Imagine o homem que saíra desse mesmo lugar como um desonrado estando de volta para dar uma palavra que era a maior piada do momento: "Deixe o meu povo ir para celebrar-me uma festa no deserto" (Êxodo 5.1-2). Ninguém creria que ele estava falando sério, nem você! Mas, ele disse!

Moisés estava tão cheio da presença de Deus que ele apenas falava. Ele abria a sua boca e replicava o que Deus mandou ele dizer. Não importa o que era, ele dizia. Agradasse ou não, ele entregava. Isso significa o seguinte: as palavras não são minhas nem suas, e sim de Deus. O que temos que falar, se é do Senhor, falamos e nada mais. As palavras que falamos não conhecem resistência e nem obstáculos. É a palavra do Senhor e ela passa adiante. O que Deus mandou Ele mesmo vai cumprir porque Ele zela por sua palavra. Assim como Moisés, não podemos e nem devemos nos preocupar com o que a palavra anuncia. Sabemos que Deus, quando nos manda fazer algo, no Reino espiritual isso tudo já foi resolvido. Quando Deus manda falar, acabou. É só o aviso que diz: Prepare-se, pois o que eu disse vai acontecer! 

Não olhe para as condições que estão a sua volta. Não meça as coisas pelo natural e sim pelo sobrenatural. Deus está movendo tudo e está trabalhando em tudo. Somos servos e servos não se preocupam apenas cumprem ordens. O Senhor da seara está conosco e ela está por vir. Estamos diante de uma grande colheita, por isso eu digo que Deus está mandando você dizer que sua casa, seu trabalho, seu negócio, sua família, sua igreja, vão crescer infinitamente. Vamos celebrar uma festa no deserto... Pois para quem está no deserto, mas tem Deus, a festa é certa.

Não se preocupe, apenas fale.

Lido 594 vezes Última modificação em Terça, 26 Maio 2015 21:38